Como perder o medo de matemática? Confira as dicas deste texto!

20/12/2022
Kumon Brasil
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Como perder o medo de matemática? Essa é uma pergunta que muitos alunos acabam fazendo em algum momento de suas vidas escolares. 


Afinal, a matéria é uma das mais importantes do currículo acadêmico, além de ser a base para todos os cursos superiores na área de exatas.


Neste artigo vamos falar sobre como perder o medo de matemática e dar algumas dicas valiosas para você superar de vez esta barreira e melhorar a sua relação com os números e os estudos.


Vamos lá?


Para trocar o medo pelo prazer em aprender, conheça !


Leia mais:


Por que os alunos têm medo de matemática?


Não importa se é na escola pública ou particular, no 1º ou no 9º ano, no ensino fundamental ou superior: a ansiedade, estresse e pavor causados pela matemática nos alunos são características comuns na vida acadêmica.


Esta falta de confiança pode ter inúmeras causas, entre elas a carência de uma educação socioemocional que fortaleça este tipo de aspectos, ou mesmo dificuldades para compreender os conteúdos e resolver os exercícios.


Nossa experiência ainda comprova que, em grande parte das vezes, o aluno que tem dificuldades e não consegue acompanhar a matéria possui um déficit no aprendizado dos conceitos matemáticos mais básicos.


Isso porque, como explicamos neste artigo sobre como aprender matemática do zero, os conteúdos da disciplina funcionam como pré-requisitos para os temas seguintes. Se um deles não for bem consolidado, há grandes chances de o aluno ter dificuldades dali em diante.


Desta forma, saber como perder o medo de matemática se torna algo cada vez mais distante. Na verdade, ocorre exatamente o contrário, e o aluno fica cada vez mais apavorado.


Este pavor, manifestado em forma de paralisia diante de um exercício, ansiedade antes da prova, ataque de pânico durante os estudos ou dificuldade para se concentrar nas aulas de matemática tem alguns nomes: aritmofobia, matofobia ou ansiedade matemática.


Aversão cultural à matemática?


Em entrevista ao Correio Braziliense, o matemático Leonardo dos Reis diz que a ansiedade em relação à matemática pode ser algo adquirido culturalmente logo no começo da vida escolar de um aluno.


Segundo ele, existe uma aversão cultural à matemática. Ou seja, a ideia de que a disciplina é complexa é passada de pai para filho de forma natural. Além disso, filmes, desenhos e séries ajudam a reforçar este conceito.


Por isso, se seu filho está com dificuldades ou ainda vai começar a estudar matemática, evite dizer que você também é ruim na matéria, ou que ela é um bicho-papão que deve ser temido. 


Tudo isso reforça a ideia de que esta condição não pode ser mudada, o que não é verdade (como nós vamos provar a seguir!).


Como perder o medo de matemática de uma vez por todas?


Se você quer descobrir como perder o medo de matemática de uma vez por todas, é fundamental que tenha uma atitude positiva em relação à matéria.


Ou seja: chega de tratá-la como um bicho de sete cabeças. Ter esta postura, com certeza, não é o melhor caminho e nem vai ajudá-lo a alcançar seus objetivos.


Ao olhar para a matemática como um jeito de entender melhor o mundo e como as coisas funcionam, dos celulares às marés, você dá um grande salto inicial para se livrar da matofobia.

A partir daí, veja algumas dicas que fazem bastante diferença para perder o medo de matemática.


Conte com professores particulares


Um professor particular pode contribuir com os problemas pontuais na matemática. Ao considerar características próprias do aluno, o professor pode trabalhar com maior ênfase nos conteúdos em que exista mais dificuldade.


Foque no aprendizado nas bases


Muitas vezes é necessário compreender em que momento da matemática o aluno deixou de dominar completamente os conteúdos que aprendia, avançando na matéria sem estas bases consolidadas.


Descobrir que ponto foi esse é de grande importância para estudar matemática. Há uma ordem para estudar os conteúdos, e para avançar com segurança é necessário ter as bases muito bem compreendidas.


Alguns conceitos fundamentais são, por exemplo:


  • Noções de conjuntos

  • Operações de adição, subtração, divisão e multiplicação

  • Expressões numéricas

  • Frações

  • MMC e MDC

  • Porcentagem

  • Raiz quadrada

  • Figuras geométricas

  • Funções


Aprenda com jogos online



Quem disse que os jogos online só servem como passatempos e entretenimento? Há uma enorme quantidade de opções gratuitas na internet para ajudar você a aprender de vez como perder o medo de matemática.


Além de vários aplicativos que podem ser instalados no seu celular, existem também sites que trazem uma grande variedade de jogos online para você treinar os seus conhecimentos.


Dessa forma, você consegue ver a matemática no dia a dia, aplicada de um jeito divertido. Com isso, fica mais simples se livrar da aritmofobia e gostar de aprender.


Racha-Cuca


O Racha-Cuca é um portal onde você encontra muitas alternativas de jogos inteligentes, muitos deles focados em problemas de lógica ou de raciocínio matemático.


Os jogos de matemática, em especial, não são apenas jeitos divertidos de resolver cálculos matemáticos ou expressões aritméticas.


Eles são verdadeiros desafios que exigem pensar de modo matemático em vez de somente decorar fórmulas. Por isso mesmo, eles têm grande potencial para ser aliados de como perder o medo de matemática.


Sudoku


Jogos de lógica estão entre as melhores maneiras de aprender como perder o medo de matemática. Isso porque, sem precisar fazer nenhum cálculo, o aluno passa a ver a matemática e os números simplesmente como algo divertido.


Entre estes jogos, o Sudoku é seguramente um dos mais populares. As regras são bem simples, o que faz dele um jogo ideal para todas as idades.


Cada Sudoku é formado por 9 quadrados, distribuídos em 3 linhas e 3 colunas. Cada quadrado, da mesma forma, é composto por 9 quadradinhos menores, seguindo o mesmo formato 3 x 3.


O objetivo é distribuir todos os números de 1 a 9 dentro de cada quadrado, de forma que nenhum se repita no quadrado, na linha ou na coluna.


Torre de Hanói


A Torre de Hanói é um tipo de quebra-cabeças de lógica. O jogo é formado por uma base com 3 pinos. Em um deles, há uma série de discos empilhados, com o maior na base e o menor no topo, organizados de forma crescente.


O objetivo do jogo é transferir todos os discos de um pino para outro. 


O grande desafio consiste em fazer isso movendo um disco de cada vez, sem que um disco maior fique em cima de um menor. E mais: dentro de um determinado número de movimentos.


Tangran


O Tangran também é um tipo de quebra-cabeças chinês formado por 7 peças, porém seu objetivo é um pouco diferente dos quebra-cabeças convencionais.


Usando as peças de formatos geométricos distintos, sem sobrepô-las, é possível formar figuras de animais, pessoas e objetos, entre outros.


Além de tornar o estudo da geometria mais simples e lúdico, o Tangram trabalha o raciocínio lógico-matemático e a criatividade.


Compreenda e não só decore


Se você quer aprender como perder o medo de matemática, não faz muito sentido concentrar toda sua energia em decorar fórmulas.


Em vez de fazer isso, procure direcionar seu aprendizado para compreender como e por que aplicar determinada fórmula ou tipo de resolução em um problema.


Esta compreensão está bastante ligada ao enunciado dos exercícios. Saber como ler e fazer a interpretação de texto, analisando corretamente o que a questão pede, é parte fundamental da resolução.


Transforme matemática em uma narrativa



Nem sempre o caminho para entender como perder o medo de matemática é formado por números. Já pensou em usar a literatura para lidar com a aritmofobia? 


Existem muitos livros que abordam a matemática de um modo leve, interessante e, por que não dizer, fascinante. 


A seguir, trazemos uma lista com algumas obras inspiradoras para ajudar. Quem sabe alguma delas é o empurrãozinho que faltava para se livrar de vez da ansiedade matemática?


Alex no País dos Números


O título da obra “Alex no País dos Números”, lançada em 2010 e indicada a vários prêmios no Reino Unido, é uma brincadeira de seu autor Alex Bellos com o título de “Alice no País das Maravilhas”.


Ao transformar elementos matemáticos em personagens, fábulas e cenários, o autor consegue falar de um jeito fantasioso e cativante sobre aproximação das médias, sistemas de contagem, Sudoku, Pi, ábaco, proporção áurea e muitos outros temas.


Em busca do infinito


No livro “Em busca do infinito”, o autor Ian Stewart convida o leitor a se aprofundar na história da matemática, apresentando grandes ideias matemáticas que mudaram o mundo, sistemas numéricos antigos e tantos outros conceitos.


Usando diagramas, pinturas, fotos e ilustrações, a obra consegue desmistificar alguns temas essenciais da matemática, mostrando como cada descoberta afetou sua época e como é aplicada atualmente.


O homem que calculava


Talvez o livro mais famoso desta lista, “O homem que calculava” é um sucesso há muitas gerações. E não é para menos. Usando ótimos personagens e histórias repletas de lógica e imaginação, o autor Malba Tahan cria situações em que a matemática é aplicada de jeitos que todo mundo pode entender.


A obra conta a história de Bereniz Samir, um viajante árabe que se depara com diversos problemas aparentemente impossíveis de serem resolvidos. Entretanto, usando a matemática como mágica, ele apresenta soluções simples e aparentemente óbvias que conquistam os leitores.


O que a matemática tem a ver com isso?


Ao contrário das obras com abordagens mais lúdicas ou de ficção que apresentamos até aqui, “O que a matemática tem a ver com isso”, de Jo Boaler, é uma espécie de resposta à pergunta “como perder o medo de matemática?”.


Direcionado a pais e professores, ele trata de soluções concretas, abordagens em sala de aula e estratégias que possam ajudar os alunos a superar a construção cultural de que a matemática é um tema difícil. 


Desbravadores da Matemática


Com um nome reconhecido mundialmente quando o assunto é tornar a matemática acessível, o autor Ian Stewart aparece mais uma vez em nossa lista, dessa vez com a obra “Desbravadores da matemática: da alavanca de Arquimedes aos fractais de Mandelbrot”.


Neste livro, o autor conta a história da matemática por meio de 25 biografias de grandes nomes pioneiros, visionários e significativos que transformaram o mundo com os números.


Pratique


O melhor jeito de fixar os conceitos e se concentrar em como perder o medo de matemática é resolvendo exercícios. Aliás, muitos exercícios. 


Ao fazer isso todos os dias, o aluno treina seu cérebro não só em relação à matéria, mas em relação à própria ansiedade matemática. 


Isso porque, conforme compreende a matéria e passa a acertar mais e mais exercícios, o aluno ganha autoconfiança – algo que faz toda a diferença.


É exatamente dessa forma que funciona o curso de matemática do Kumon. O aluno começa em um ponto em que domina o conteúdo, avançando no próprio ritmo e somente após compreender a etapa anterior completamente.


Isto faz com que o estudante fortaleça as bases de forma cumulativa e, principalmente, sinta-se confiante e motivado para continuar aprendendo.


O jeito de fazer isso, como você deve estar imaginando, é praticando. Estudando meia hora por dia, todos os dias, resolvendo exercícios, os alunos do Kumon não só entendem como perder o medo de matemática, mas passam a gostar dela!


Conclusão



Como você viu, é possível traçar estratégias que ajudem os alunos a entender como perder o medo de matemática. 


E o melhor: tudo que dissemos aqui pode ser aplicado de modo autodidata, agora mesmo. Porém, esta é uma característica que nem todo mundo tem (mas que pode ser desenvolvida).


Se este é o seu caso, é uma boa ideia contar com um método que o ajude a deixar a ansiedade matemática no passado e abrir as portas para uma relação melhor com os números.


É exatamente isso que fazemos no Kumon. Para saber como, acesse o nosso site. E para entender com

mais detalhes como lidar com o medo da matemática, veja este post que fizemos com dicas para superar a dificuldade em matemática.

Sobre o Kumon​

O Kumon é um método de estudo que desenvolve ao máximo o potencial do seu filho, de forma individualizada. Criado no Japão em 1958 pelo professor Toru Kumon, o método está presente em mais de 60 países e reúne mais de 4 milhões de estudantes.

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