Kumon em Macau: Unidade Kumon Champs Education

Orientadora: To Yan

Kumon: uma organização que nunca para de aprender
Experiências difíceis me ensinaram a estar ciente de que há sempre mais para aprender. Eu nunca paro de aprender com os alunos, bem como com os aluno e também com os pais
Um excelente aluno deixou o Kumon por causa de minha incapacidade de identificar o estudo no ponto ideal.

Durante meus primeiros anos como orientadora do Kumon eu achei muito desafiador identificar o ponto ideal para cada aluno. Naquela época, eu não estava confiante de que poderia determinar com precisão o ponto ideal de estudo em cada caso.

Houve um aluno em minha unidade cuja capacidade lhe permitiu ir além da série escolar. Apesar disso, ele parou de frequentar minha unidade. Percebi que as lições do material didático que eu lhe tinha dado eram difíceis demais para seu nível no momento. Eu estava convencida de que aquele aluno conseguiria fazer aquelas lições se tentasse. Infelizmente, porém, ele perdeu a motivação para completar os estágios mais elevados do material didático do método Kumon.

Aprendi com uma orientadora de Hong Kong que eu deveria voltar às origens do material didático do Kumon e realizar minha orientação com base na estrutura do material.

Tive muita sorte de conhecer uma orientadora veterana de Hong Kong quando eu estava nas Filipinas para um programa de treinamento.

Ela tinha muito conhecimento sobre a estrutura do material didático e sobre como os estágios estão conectados. Essa orientadora de Hong Kong me deu muitas dicas que aprofundaram minha compreensão dos aspectos fundamentais que eu desconhecia até então.

Ela realmente me ajudou a ampliar meus horizontes. Depois que voltei da viagem, senti que seus conselhos me ajudaram a seguir na direção certa. Comecei a olhar atentamente para a estrutura original do material didático do Kumon e passei a focar na importância da estrutura programada do material do Kumon, que permite a cada aluno se tornar um autodidata.

Eu aprendi a importância da orientação individualizada logo após a matrícula com uma orientadora japonesa que conheci em uma conferência de orientadores

Eu estava ciente da importância desse ponto dois anos atrás, quando assisti a uma palestra dada por uma orientadora do Japão na Conferência de Orientadores do Kumon China.

Eu estava em total acordo com aquela orientadora sobre a grande importância da orientação inicial logo após a matrícula. É dever do orientador realizar de forma abrangente a orientação a partir do momento em que os alunos se matriculam no Kumon, permitindo-lhes desenvolver sua inteligência por si.

Para fazer isso, devo ter um entendimento muito claro do material didático e também ter uma compreensão muito clara da situação de aprendizagem atual de cada aluno em minha unidade. Tenho que saber o que cada aluno está pensando, como eles estão assumindo o desafio das lições e como avaliar seu sucesso. Também quero saber como os alunos encaram os exemplos e como eles resolvem cada lição.
Sinto muito por não ter sido capaz de entender completamente a situação daquele aluno que parou de vir à minha unidade. No entanto, tal experiência me fez perceber que eu ainda tenho muito a aprender, algo que me deu motivação extra. Os orientadores aprendem continuamente em um nível mais profundo, analisando cuidadosamente o caso de cada aluno que orientam. Portanto, cabe a nós orientar mais e mais alunos para que possamos ter um número maior de casos de alunos com os quais aprender.

Uma corporação que nunca para de aprender.